E se, ao reformar, a primeira decisão fosse não descartar?


Neste lavabo, a permanência orienta o projeto. A louça original é preservada, e um novo arranjo de marcenaria — em compensado de tauari com acabamento de origem renovável — reorganiza o uso sem ruptura.


Intervenções precisas atualizam o espaço: o piso é substituído para corrigir o caimento e as paredes recebem um plano neutro contínuo. Menos substituição, mais requalificação.
Há aqui uma economia que ultrapassa o custo: conserva-se matéria, energia e tempo. Sustentabilidade, nesse contexto, não é adicionar, mas reconhecer o valor do que já existe.


Abaixo, imagens da configuração original do lavabo


Você aceitaria uma solução assim?
