Há, neste banheiro de suíte, uma escolha contida — onde a matéria se reduz ao essencial e a luz organiza o espaço.
O branco estrutura o uso nas áreas molhadas e no interior do box, criando um campo contínuo onde a água se evidencia. Em contraponto, o cimento queimado em tom natural percorre as demais superfícies, trazendo densidade e equilíbrio. A marcenaria branca se integra com discrição, enquanto a madeira surge em pontos precisos, aquecendo sem excessos.
Ao lado, o jardim a céu aberto amplia o ambiente e introduz o tempo como parte da experiência. Luz, sombra e chuva deixam de ser cenário e passam a compor o espaço.
Mais do que funcional, o banheiro se torna um intervalo — um lugar de pausa, onde arquitetura e cotidiano encontram um ritmo mais lento.



