Onde antes existiria apenas um telhado, nasce uma paisagem suspensa.
A laje transforma-se em terra fértil, e a arquitetura estende a mão à natureza.

Pensada sob o olhar da sustentabilidade e do cuidado com o ambiente, a casa não apenas abriga — ela respira, produz energia e amplia as possibilidades de viver. Em seus diferentes níveis, surgem espaços de permanência, contemplação e encontro.

No alto, o teto-jardim floresce como extensão da própria paisagem: gramados, canteiros, pergolados e áreas de estar convivem com as placas fotovoltaicas responsáveis pelo abastecimento energético da residência.


Tecnologia e natureza deixam de ocupar lugares opostos e passam a atuar em equilíbrio.

O acesso surge em meio ao verde, quase como um percurso revelado aos poucos. Suspensa, ancorada entre pedra e concreto, a escada conduz o corpo e o olhar para outra dimensão da casa — um espaço onde matéria, vegetação e luz encontram o céu.



